"Escrever para pessoas que não querem ler, escrever em um país que nunca soube apreciar o tesouro que tem na própria terra — eram essas as palavras que eu escutei quando decidi, numa manhã chuvosa de 2023: 'Eu quero mesmo escrever um livro!'. Desde o começo, parecia que os impeditivos eram minúsculos frente ao sonho que inundava meu coração. Eu tinha mais do que uma vontade de dizer tudo que se acumulava dentro de mim; eu tinha um universo inteiro para ser explorado, um mundo que existia apenas na minha cabeça. E agora, bem... agora ele existe no papel, na memória de quem leu e nas ilustrações que eu pedi para fazerem. Ser escritora, para mim, é mais que um sonho: é quase como um modo de sobrevivência em um mundo tão caótico! Se eu pudesse ser sincera contigo e comigo mesma? Eu teria começado muito tempo atrás."